EM TEMPOS DE TANTO ABALO E AGRESSÃO À NATUREZA E MAIS ESTE AFRONTO À AMAZÔNIA PELO ATUAL GOVERNO, VAI AQUI NOSSA LEMBRANÇA E NOSSO PROTESTO E PEDIMOS LICENÇA PARA PUBLICAÇÃO DESTE TEXTO TÃO BONITO E SINCERO... ...(COMPRE O LIVRO: Editora Cosac Naify]
domingo, 3 de setembro de 2017
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
IMAGEM MUSICAL - REDESCOBRINDO OS SONS DO UNIVERSO!
Boa tarde nobres
amigos..................hum.........................sinto o cheiro........o
aroma dos deuses.............
sim, contemplar a ala das essências, assistir o ciclo sorrir em
êxtases...........e como não poderíamos deixar de
celebrar...................................., desta vez fomos homenagear o
nosso pós encontro cultural, nosso café filosófico e assim, nada melhor do que
literatura e música.................meu deleite principal......
E fomos celebrar esta aula de vida e arte com nosso escritor Ferreira
Gullar num programa super requintado, deixo aqui o link para quem quiser
reassistir.
Desfila tanto encanto...............poesia que é música que é poesia,
que cheira música, que é criação, vigor e interpretação,
re-invenção.............fomos buscar cheiro de música, gosto de voz - Elza
Soares - Meu Guri
Tudo para perceber este encontro da palavra com a melodia............mas
'as vezes, a palavra basta pois já vem tão cheia de música e a Imagem
Musical é sem dúvida um paraíso sem fim, com direito a flocos de liberdade....não
é Fernando Pessoa?
A vida imita a Arte ou a Arte imita a vida??????????????? O que vocês
acham??????????
Reviver, reinventar, saboreamos na melodia conhecida e imortalizada na
voz de Louis Armostrong, A IMPORTÂNCIA DESTA CANÇÃO E DESTA LETRA PARA DEFINITIVAMENTE TERMOS UM MUNDO MELHOR...MÚSICA do compositor
americano - George Weiss. Aqui também um encontro fascinante de melodia e
letra.
Mas se a vida não nos basta e existe a arte para nos
incendiar............tudo logo após podia terminar em
perguntas...............sem respostas.......eu creio.......tão
fantásticas............nobre Neruda para acalentar meu corpo de idéias:
Deleitem-se:
Neste dia, tudo que eu queria era desligar e virar definitivamente
e só, Essência. E ao cume do infinito convidei vocês a experimentar a música
mais forte e talvez bela de todo o século XX. São 53 minutos de esplendor...É
uma música para ser ouvida na íntegra dentro de um céu pleno de silêncio,
de corpo e alma...............numa entrega sem
limites.............Experimentamos a segunda parte, tão única. Gorecki -
Sinfonia 3
Aqui deixo na íntegra para quem quiser mergulhar na profundidade
de uma das maiores obras já compostas de todos os tempos.
Discutimos tanto em todos os nossos encontros, mas ao reencontro máximo
fomos brindar nossa última aventura:
O Silêncio notável, de onde começamos, a música silenciosa que habita
cada interior nosso, a música única de nossas almas.
"E o que seria da Imagem Musical sem o outro, o outro que são vocês
todos, meus queridos experimentadores da fuga da vida, da realidade da
vida............da realidade de uma vida em arte...............o que seria da
vida sem o outro?"
...ESTAMOS DE VOLTA..................MAIS UMA SAGA DA IMAGEM MUSICAL!
sábado, 29 de julho de 2017
MASTER CLASS DE FLAUTA TRANSVERSAL- RAFAEL RIBEIRO
NO DIA 12 DE JULHO FOMOS AGRACIADOS COM UM MASTER GLASS DO FLAUTISTA VARGINHENSE QUE CURSA O DOUTORADO NOS ESTADOS UNIDOS, RAFAEL RIBEIRO.
FOI UMA MANHÃ AGRADÁVEL CHEIA DE CONHECIMENTO. OS PARTICIPANTES PUDERAM OUVIR A EXPERIÊNCIA E DICAS SOBRE O INSTRUMENTO EM QUESTÃO E TAMBÉM SOBRE MÚSICA E REPERTÓRIO. NO FINAL ALGUNS FLAUTISTAS PUDERAM TOCAR SUAS MÚSICAS PARA A AVALIAÇÃO DE RAFAEL RIBEIRO.
AGRADEÇO A TODOS OS PROFESSORES E À DIREÇÃO DA ESCOLA QUE ABRAÇARAM ESTA IDEIA, QUE VENHAM OUTROS,,,
O NOSSO MUITO OBRIGADO AO TALENTO E COMPETÊNCIA DO RAFAEL RIBEIRO!
DEIXO AQUI, ALGUMAS FOTOS DO EVENTO.
FOI UMA MANHÃ AGRADÁVEL CHEIA DE CONHECIMENTO. OS PARTICIPANTES PUDERAM OUVIR A EXPERIÊNCIA E DICAS SOBRE O INSTRUMENTO EM QUESTÃO E TAMBÉM SOBRE MÚSICA E REPERTÓRIO. NO FINAL ALGUNS FLAUTISTAS PUDERAM TOCAR SUAS MÚSICAS PARA A AVALIAÇÃO DE RAFAEL RIBEIRO.
AGRADEÇO A TODOS OS PROFESSORES E À DIREÇÃO DA ESCOLA QUE ABRAÇARAM ESTA IDEIA, QUE VENHAM OUTROS,,,
O NOSSO MUITO OBRIGADO AO TALENTO E COMPETÊNCIA DO RAFAEL RIBEIRO!
DEIXO AQUI, ALGUMAS FOTOS DO EVENTO.
domingo, 18 de junho de 2017
EXCELÊNCIA BRASILEIRA! EGBERTO GISMONTI!
Egberto Gismonti estudou na França e se formou por lá com a compositora e fantástica professora Nadia Boulanger.
Demos entrada neste universo do Gismonti através de uma fala muito bem
dita do Rolando Boldrim.
https://www.youtube.com/watch?v=-VAKtWIF0j0
Assim como Hermeto, as fases de Egberto Gismonti são surpreendentes e em tudo que ouvimos há virtuosidade, profundidade e uma sofisticação enorme.
Assim como Hermeto, as fases de Egberto Gismonti são surpreendentes e em tudo que ouvimos há virtuosidade, profundidade e uma sofisticação enorme.
Aqui há um exemplo de criatividade formidável:
Egberto é discípulo de Villa-Lobos, tem em sua essência o gosto pela
linguagem instrumental que flerta com o Jazz, mas de uma maneira digamos
clássica. Ele faz uma música de fronteira. Tão clássica como popular. Mas além
dos aspectos musicais, me chama a atenção também, o grande filósofo que está
dentro deste artista. Filósofo do som e da vida.
Se deleitem neste documentário que afirma o acima.
Fomos ouvir esta jam magnífica do Frevo Rasgado, com o violonista
Ricardo Silveira e Egberto Gismonti.
Além da técnica e maestria dos arranjos de Egberto, ainda encontramos em
sua voz uma presença inigualável. Canções vastas de riquezas surpreendentes.
Esta é sem dúvida uma das canções mais belas da música brasileira. Água e
Vinho.
Horas e horas a fio, investigar e se perder no gigante universo deste
compositor, só assim conheceremos mesmo um pouco de todas as suas
faces.........
Mas vamos aos poucos escolhendo nossas visitas e vamos comovendo com
esta grande preciosidade da música brasileira. Ficamos com Memória e Fado:
Além de explorar
tão bem o mundo da música instrumental que chamamos de música de fronteira por
ter elementos entre o jazz e a música popular, além da música erudita, Egberto
também teve sua fase experimentando o mundo da música eletrônica da década de 70
e 80 e assim concebeu a obra-prima - O Trenzinho do Caipira, com uso
magistral de sintetizadores à serviço de sua criativade.
Egberto recebe
Villa-Lobos como um mestre absoluto, mas recria-o com beleza e e poder de
invenção próprios!. Vale a pena conhecer este disco:
Mas uma das
obras-primas absoluta é sem dúvida o seu álbum - Academia de Danças e
felizmente encontrei no youtube o próprio Egberto contando a elaboração desta
obra-prima! Assistam na íntegra e depois experimentem o album todo....
o som do vinil
parte 2
Aqui temos o álbum
para ouvir...
Depois de ouvir
trechos desta obra-prima partimos para conhecer seu lado como compositor de
trilhas e novamente nos deparamos com uma música que não só acompanha as cenas,
mas compartilha com roteiro para fazer a cena melhor. Destaquei 2 trilhas em
meio a outras 50 e poucas compostas pelo mestre carioca.
Um deles é o filme
Chico Xavier......apresento um trailer e um momento todo especial,
raro..............onde ele mostra a melodia a ser cantada para Olívia Byngton,
a solista em questão. Magnífico!
Belezas e
belezas...............mundos que se comungam para afirmar o poder da criação. A
música de Egberto tem um quê de mistério, até mesmo de solidão e nestas trilhas
conseguimos detectar isso claramente e ele mesmo afirma estes ares em sua
música, pois também foram colocadas para comentar os personagens da história
dos filmes.
Para encerrar fomos
ver uma das cenas mais marcantes do filme - Tempos de Paz! Onde um texto
fabuloso retirado do livro - A vida é sonho - do escritor espanhol Calderon de
La Barca(1600-1681) é magistralmente encenado pelos atores do filme e para
selar texto, boas atuações e uma excelente história, uma trilha belíssima
criada por Egberto Gismonti! Bravo! Gigantesco!
Deixarei aqui o
making do filme!
e O Filme na
íntegra!
https://www.youtube.com/watch?v=Hm2SsLZtoxY
......................................
"FELIZ VIAGEM À TERRA SAGRADA DOS SONS..........AS FADAS IRÃO MOSTRAR O CAMINHO!"
quarta-feira, 24 de maio de 2017
PAREDE FALANTE! BECKETT-STOCKHAUSEN
What is the
word | Que palavra será
Tradução do escritor português Miguel Esteves
Cardoso
loucura –
loucura porque –
porque –
que palavra será –
loucura disto –
tudo isto –
dado –
loucura dado tudo isto –
visto –
loucura visto tudo isto –
isto –
que palavra será –
isto isto –
isto isto aqui –
tudo isto isto aqui –
loucura dado tudo isto –
visto –
loucura visto tudo isto isto aqui –
porque –
que palavra será –
ver –
vislumbrar –
precisar de parecer vislumbrar –
loucura porque precisar de parecer vislumbrar –
que –
que palavra será –
e onde –
loucura porque precisar de parecer vislumbrar que
onde –
onde –
que palavra será –
ali –
ali mesmo –
além ali mesmo –
ao longe –
ao longe além ali mesmo –
a custo –
a custo ao longe além ali mesmo que –
que –
que palavra será –
visto tudo isto –
tudo isto isto –
tudo isto aqui –
loucura porque para ver o que –
vislumbrar –
parecer vislumbrar –
precisar de parecer vislumbrar –
a custo ao longe além ali mesmo que –
loucura porque precisar de parecer vislumbrar a
custo ao longe
além
ali mesmo que –
que –
que palavra será –
que palavra será
(Samuel Beckett, 1988).
sábado, 6 de maio de 2017
TCHAIKOVSkY - UMA INTRODUÇÃO!
Aproveitei nosso último encontro para comentar sobre uma das obras mais
interessantes do repertório erudito. A Abertura 1812 do compositor russo P.
Tchaikovsky.(1840-1893)
Tanto o compositor em questão, quanto a obra em foco, são curiosos
personagens da história da Música.
As aberturas sinfônicas têm como
característica principal contar uma história literária apenas em sons...
Geralmente têm uma duração média e resumem esta aventura da literatura com
grande pompa. São famosas as aberturas de Beethoven, e principalmente
as de Tchaikovsky.
A Abertura 1812 narra detalhadamente a invasão da tropa de Napoleão
Bonaparte para conquistar a Rússia no ano citado.
Tchaikowsky usou muitos recursos curiosos e inéditos na formação da orquestra.
Acrescentou sinos de consagração para retratar a vitória do exército russo
sobre a França, tiros de canhão na percussão e na parte musical citou o famoso
hino da frança para tornar mais real ainda o teor de batalha, além de hinos e peças do folclore russo.. A peça atingiu
grande destaque e hoje é sucesso de público por ser uma obra tão suntuosa e
comove pelas belas melodias que o nobre compositor nos privilegia. Assistimos
uma apresentação que marcou o centenário de morte do compositor em 1993.
No meio de tanto
desespero e desejo reprimido, TCHAIKOVSKY se libertava na mais alta música do século XIX e
fazia chorar em igualdade todos as pessoas, independente do sexo e o mais
curioso, a música o deixava num êxtase de alegria momentânea ou realidade
conformada!
Vejam esta pequena reflexão:
Homossexualismo e o Cala Boca Desastrado de
Tchaikovsky
Em 05 de maio de 2011, no mesmo dia em que
decisão do Supremo Tribunal Federal Brasileiro equiparava os direitos e deveres
de casais homossexuais aos dos casais heterossexuais, coincidentemente a
Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo apresentou a Sinfonia n. 4 de Pyotr
Ilitch Tchaikosvsky. O compositor russo, nascido em 1840 e falecido em
1893, era homossexual.
A apresentação, com a regência do maestro finlandês Osmo Vänskä,
coincide de pelo fato dessa sinfonia, composta em 1877, representar um periodo
de dor na vida do compositor por uma decisão pessoal equivocada.
Tchaikovsky havia se casado com uma ex-aluna pouco tempo antes. Não se
lembrava da moça até receber dela uma carta mais neurótica do que apaixonada.
Casou-se pouco tempo depois para, como ele mesmo escreveu, “fechar a boca
de toda aquela súcia” que o perseguia por sua preferência sexual, dando mais
importância a isso do que a qualidade de sua produção musical. O
casamento, que durou pouco, gerou uma crise existencial muito dolorosa ao
compositor, sublimada, parece, com essa linda sinfonia. O tema
predominante na composição é a do destino que retorna e retorna, e retorna: as
particularidades individuais das quais não se consegue fugir?
Tchaikowsky - Sinfonia No. 4
A sinfonia no. 4 foi terminada em 1877. Está dividida em quatro
movimentos, dedicada a sua mecenas, madame Nadezhda von Meck. A estréia
aconteceu a 10 de fevereiro de 1878. De acordo com uma carta que escreveu à
madame von Meck em 1878, “há na verdade um programa em minha sinfonia, quero
dizer, uma possibilidade de se explicar verbalmente o que ela busca expressar,
e só à senhora eu posso e desejo indicar-lhe o significado, tanto no conjunto
quanto no detalhe. O primeiro movimento representa o fatum (destino); o segundo
movimento representa a melancolia que vivenciamos à tarde quando estamos sós,
cansados depois de um dia de trabalho; o terceiro não expressa sentimentos
definidos; e no quarto movimento se não encontramos nenhum motivo de regozijo
em ti mesmo, olha para os outros, caminha entre o povo, vê como ele se diverte
entregando-se a sentimentos alegres de forma indiscriminada. È o quadro de uma
festa popular religiosa. O fatum é implacável e volta, reaparecendo em suas
lembranças... Mas os outros não se importam com ele, eles nem se quer se
voltaram para ele. Como são felizes os meus sentimentos, simples e espontâneos.
Regozija-te com a alegria dos outros. Sempre se pode viver..." o tema
desse final é uma canção russa bem conhecida Uma bétula erguia-se no campo.
Esta sinfonia foi a primeira obra com tema cíclico, com a retomada do primeiro tema, que representa o fatum, em outros movimentos (no segundo e no quarto), repetindo o esquema em suas quinta e sexta sinfonias.
A reação crítica inicial era desfavorável, e a reação da estréia não foi a melhor, deixando Tchaikowsky abalado no entanto a apresentação em S. Petersburgo a 25 de novembro de 1878 teve grande sucesso a tal ponto que o Scherzo foi bisado. È considerada a mais russa de suas sinfonias.
Primeiro movimento: Andante sostenuto – Moderato com anima. Em movimento de valsa. Na introdução encontramos o tema que é a base para toda a obra e que representa o fatum. O segundo movimento: Andantino in modo canzona. A melodia da canzona é apresentado pelo oboé e depois pelo fagote em contraponto às cordas. Na parte central do movimento ouvimos as fanfarras originadas no tema do fatum do primeiro movimento, retornando a primeira parte modificando a orquestração. Terceiro movimento: Scherzo (Pizzicato ostinato) – Allegro. O terceiro movimento não está associado a algum sentimento, pelo menos se olharmos o texto de Tchaikovsky a sua mecenas. São arabescos, imagens livres. Ouvimos uma pequena melodia coletada na rua, depois uma parada militar que passa ao longe. Com a forma A-B-A, o Scherzo destaca-se por sua instrumentação notável: o “A” é tocado pelas cordas em pizzicato, o “B” contrastante com a parte anterior onde se ouve o tema da canzona apresentado pelas madeiras, e o tema da parada militar apresentada pelos metais, concluindo com a idéia inicial de “A”. Quarto movimento: Allegro com fuoco. È o quadro de uma grande festa popular, com a volta implacável do fatum, mostrando as suas lembranças. O tema desse final é uma canção popular russa bem conhecida Uma bétula erguia-se no campo.
Esta sinfonia foi a primeira obra com tema cíclico, com a retomada do primeiro tema, que representa o fatum, em outros movimentos (no segundo e no quarto), repetindo o esquema em suas quinta e sexta sinfonias.
A reação crítica inicial era desfavorável, e a reação da estréia não foi a melhor, deixando Tchaikowsky abalado no entanto a apresentação em S. Petersburgo a 25 de novembro de 1878 teve grande sucesso a tal ponto que o Scherzo foi bisado. È considerada a mais russa de suas sinfonias.
Primeiro movimento: Andante sostenuto – Moderato com anima. Em movimento de valsa. Na introdução encontramos o tema que é a base para toda a obra e que representa o fatum. O segundo movimento: Andantino in modo canzona. A melodia da canzona é apresentado pelo oboé e depois pelo fagote em contraponto às cordas. Na parte central do movimento ouvimos as fanfarras originadas no tema do fatum do primeiro movimento, retornando a primeira parte modificando a orquestração. Terceiro movimento: Scherzo (Pizzicato ostinato) – Allegro. O terceiro movimento não está associado a algum sentimento, pelo menos se olharmos o texto de Tchaikovsky a sua mecenas. São arabescos, imagens livres. Ouvimos uma pequena melodia coletada na rua, depois uma parada militar que passa ao longe. Com a forma A-B-A, o Scherzo destaca-se por sua instrumentação notável: o “A” é tocado pelas cordas em pizzicato, o “B” contrastante com a parte anterior onde se ouve o tema da canzona apresentado pelas madeiras, e o tema da parada militar apresentada pelos metais, concluindo com a idéia inicial de “A”. Quarto movimento: Allegro com fuoco. È o quadro de uma grande festa popular, com a volta implacável do fatum, mostrando as suas lembranças. O tema desse final é uma canção popular russa bem conhecida Uma bétula erguia-se no campo.
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abaixo deixo uma biografia resumida do mestre russo e também curiosidades e aspectos da época. Para quem quer entrar no mundo de Tchaikovsky é um bom guia.
Feliz viagem a todos........................aapreciem sem moderação.
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